Desvalorização do real traz um ganho de competitividade para o Brasil no segmento tecnológico

O Cesar, centro de inovação e transformação, sediado no Porto Digital, está se destacando no mercado internacional e reforçando as apostas na expansão dos negócios para países do exterior. A expectativa é de encerrar o ano de 2020 com R$ 12 milhões com exportação de software para o mercado dos Estados Unidos, o equivalente a 8% do faturamento total do Centro estimado para 2020.

Este ano, a companhia buscou novas estratégias de aproximação com empresas dos Estados Unidos e promoveu a gestora de negócios Flávia Nascimento ao cargo de Head of Growth North America. Ela mudou-se para Tampa, na Flórida, com a missão de gerar oportunidades para o Cesar diretamente de matrizes americanas.

“O mercado americano é muito grande e promissor, mas também muito exigente. Existe uma prática de importação de software bem estabelecida. Claro que a desvalorização do real traz um ganho de competitividade para o Brasil no segmento, mas estamos concorrendo com diversos outros países que também se destacam em tecnologia e tiveram suas moedas desvalorizadas”, disse Flávia. 

A tendência e um dos motivos do Cesar apostar na internacionalização da marca é que o outsourcing – quando uma empresa de fora assume um setor de uma outra organização e passa a atuar de maneira estratégica dentro dela – de software para os Estados Unidos apresente crescimento. Desde o primeiro mandato de Donald Trump, as regras para imigração foram enrijecidas, dificultando a contratação de mão de obra capacitada para atuar no mercado de TI do país, levando as empresas a apostarem no modelo de parceria. 

Outro motivo para expansão internacional, é que de acordo com um estudo da Unesco, o país norte-americano é responsável por um quarto dos investimentos em inovação no mundo todo, o equivalente a US$ 476,5 bilhões.

“Atuar mais próximo do mercado internacional permitirá o crescimento também dos nossos profissionais, que terão acesso facilitado a novos modelos de negócios, culturas e especificidades de mercado, além de tecnologias diferentes. Por consequência, isso se reflete no melhor atendimento dos nossos clientes brasileiros também”, conta a gestora de negócios.

Atualmente, o centro de inovação está desenvolvendo soluções no Brasil para cinco empresas americanas, com contratos advindos desta nova estratégia de expansão internacional. Os clientes são de segmentos variados, como indústria de tecnologia para mineração e de bens de consumo eletrônicos, até startups de saúde. “Temos produzido para os clientes internacionais plataformas do tipo ‘taylormade’, criadas especificamente para atender às especificidades do negócio de cada um. No caso de startups, desenvolvemos todo o produto, a solução que elas oferecerão para o mercado”, destaca Flávia. 

Fonte: https://www.folhape.com.br/economia/projeto-de-expansao-internacional-do-cesar-ja-representa-8-do-faturam/156365/


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